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Jornada Métricas



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Antonio Muniz

 Tem vivência em consultoria, mentoria executiva, aulas em graduação e MBA, edição de livros e palestras em empresas líderes de mercado. Como sócio-fundador da Advisor IT Services, lidera projetos de agilidade para negócios, DevOps e qualidade de software. Na editora Brasport, atua como presidente do conselho para garantir a excelência dos livros selecionados.

Sua formação tem uma base multidisciplinar em negócios, tecnologia e liderança, com mestrado em administração no Ibmec, MBA na FGV, graduação em tecnologia na Unigranrio, conselheiro na Startse e Board Academy, assim como certificações em agilidade, Lean, tecnologia, projetos, processos e serviços.

Como fundador da Jornada Colaborativa, mobilizou milhares de autores e formou novas lideranças para lançar mais de 50 livros com doação que ultrapassa R$ 500 mil com royalties e eventos com empresas apoiadoras. Os royalties deste livro também serão doados pela Jornada Colaborativa.

Os royalties deste livro também serão doados para a Jornada Colaborativa.

Contato: munizprofessor@gmail.com

LinkedIn: Antonio Muniz

Instagram: Antoniomunizoficial

Spotify: AgileTechCast


English version:

Inspired more than 30,000 people and teams in MBA courses, bootcamps, video classes, workshops, consulting and lectures in leading companies such as SulAmérica, Petrobras, Vivo, Itaú, Oi, Furnas, Eletrobras, DHL, Banco do Brasil, Banco Safra, Banco PAN, Ernst & Young, Finep, Sebrae, UOL, Pagseguro, Makro, Totvs, Jucesp, Ambev Tech and Dafiti.
Bárbara Luisa Pinheiro

Bruno Eduardo Rodrigues Hippler

Cíntia Guberovic

Daniela Toledo Santana

Flávio Botrel Castro

Profissional com mais de 20 anos de experiência em tecnologia, projetos e produtos, formado em Ciência da Computação, com especialização em Gestão de Projetos, pós-graduação em Liderança em Produtos Digitais e MBA Executivo em Agilidade, Tecnologia e Negócios. Ao longo da carreira, liderou iniciativas de transformação, atuando desde a concepção até a entrega de projetos e produtos, sempre focado em gerar valor, alinhar estratégias e aprimorar a experiência do cliente. Nos últimos anos, tem se dedicado à adoção de novas tecnologias, metodologias e inovações de mercado, buscando acelerar entregas e simplificar processos corporativos. Além do trabalho em grandes empresas, contribui voluntariamente na Jornada Colaborativa. Neste livro, liderou a construção de uma obra que conecta teoria, prática e experiências reais do mercado para ampliar o uso do low-code nas organizações.

https://www.linkedin.com/in/flaviobotrelpro/


Jean Marcel Egles

Luiz Fernando Bié

Maria Goreti Macena

Maria Goreti Macena. Bacharel em Matemática com ênfase em Informática, possui MBA em GRC, Sistemas de Informação e Governança de IA e Dados. Com mais de 25 anos de experiência em liderança de operações de TI, atua em projetos de Workplace Management, Governança Corporativa, gestão de processos, força de trabalho e experiência do cliente, integrando frameworks e metodologias como BPMN, SIPOC, Customer Journey, fluxo de valor, análise de dados, OKRs e gestão de projetos. É auditora líder nas normas ISO 20000, ISO 27001, ISO 42001, ISO 31000, ISO 27701, ISO 37001 e SGI (ISO 9001, 14001, 20000, 27001 e 45001), além de consultora em SOC 2, aplicando abordagens como COBIT® 2019, ITIL® 4, VeriSM®, Lean IT e COSO. Possui certificações em Design Thinking (UX/CX), Scrum, Kanban, DevOps, PDPF, LGPD e Management 3.0, com atuação como facilitadora em treinamentos de liderança e gestão moderna (Management 3.0). Curadora e auditora dos programas HDI SCC e CSS, é membro do Strategic Advisory Board (SAB) do HDI Brasil e participante ativa de comunidades voltadas à segurança e privacidade, SOC 2, UX/CX, Jornada Colaborativa, low-code e automações com N8N.

https://www.linkedin.com/in/maria-goreti-macena-03305419/


Sara Monteiro

Thalita Fabro

Livro Jornada Métricas: uma abordagem prática

Descubra o poder das métricas em impulsionar resultados e transformar negócios!

Este livro oferece uma visão prática sobre a aplicação de métricas em diversos segmentos de negócios, mostrando como indicadores bem definidos podem ser a chave para o sucesso organizacional. Através de 13 casos de uso reais em empresas relevantes, você descobrirá como líderes de mercado têm utilizado métricas para superar desafios e alcançar objetivos estratégicos.

Mais do que um guia, esta obra é essencial para profissionais que desejam adotar uma abordagem direcionada a dados e promover uma cultura de melhoria contínua. Transforme dados em decisões inteligentes e conquiste excelência em resultados, gestão do conhecimento e experiência do cliente.

A JORNADA COLABORATIVA

Era uma vez um professor universitário que sonhava lançar um livro quando finalizou o mestrado em 2006. O sonho começou a ser concretizado em 2017 com o livro “Jornada DevOps, mas alguns obstáculos travaram sua evolução após a escrita de três capítulos.

Em setembro de 2018, durante sua palestra na PUC Minas, surgiu um click: “Será que outras pessoas apaixonadas por DevOps ajudariam com a escrita colaborativa?”

Dezenas de colaboradores aceitaram o convite e o livro foi lançado para 350 pessoas no dia 06 de junho de 2019 no Centro de Convenções SulAmérica, no Rio de Janeiro.

A escalada dos times gerou novas amizades, aprendizados, doação de R$ 553 mil para instituições com o lançamento de 41 livros e sonhamos transformar mais vidas com a inteligência coletiva e o apoio de empresas amigas.

Antonio Muniz
Fundador da Jornada Colaborativa, curador de mais de 30 livros e CEO Advisor 10X.

Thalita Fabro, Maria Goreti e Cíntia Guberovic
Líderes do time organizador do livro, curadoria e revisão técnica.

COAUTORES
Andreia Rodrigues Azevedo
Antonio Muniz
Bárbara Luisa Pinheiro
Bruno Eduardo Rodrigues Hippler
Cíntia Guberovic
Daniela Toledo Santana
Fábio Botrel Castro
Jean Marcel Egles
Luiz Alvaro Wienc
Luiz Fernando Bié
Maria Fernanda Travassos de Novaes
Maria Goreti Macena
Maycon Cypriano Batestin
Ric Neves
Sara Monteiro
Thalita Fabro

Comprimento 24 cm
Edição 1
Formato

Livro físico

Idioma

Português

ISBN 9786560960251
Lançamento 26 de setembro de 2024
Largura 17 cm
Lombada 1,1 cm
Páginas 200
Volume

448,80

Ano 2024
Sumário Introdução
1. User story review (revisão de histórias de usuários) e seus indicadores (Luiz Alvaro Wienc)
1.1. Cenário inicial
1.2. A busca pela métrica mais adequada ao nosso contexto
        1.2.1. Mapeamento e conversas com o time
        1.2.2. Resultado das conversas
1.3. Como se deu o processo de implantação e acompanhamento
        1.3.1. Agora sim, tudo funcionou – qual é o próximo passo?
        1.3.2. É criado o framework User Story Review (revisão de histórias de usuários)
1.4. Resultados alcançados
        1.4.1. Intangíveis
        1.4.2. Tangíveis e metrificáveis
1.5. Aprendizados
1.6. Sobre o autor
        1.6.1. Meu papel na aplicação do case
2. Métricas como forma de encantar seus clientes (Flavio Botrel Castro/Luiz Fernando Bié)
2.1. Cenário inicial
2.2. A busca pela métrica mais adequada ao nosso contexto
2.3. Ajustando o avião com ele voando
2.4. Resultados alcançados
2.5. Aprendizados
        2.5.1. Primeiro eles riem dos seus sonhos. Depois perguntam na demo day: como você fez tudo isso?
2.6. Sobre os autores
2.7. Nossos papéis na aplicação do case
3. Uma jornada de comprometimento com a qualidade (Andreia Rodrigues Azevedo)
3.1. Cenário inicial
3.2. A busca pela métrica mais adequada ao nosso contexto
3.3. Como se deu o processo de implantação e acompanhamento
3.4. Resultados alcançados
        3.4.1. Intangíveis
        3.4.2. Tangíveis e metrificáveis
3.5. Aprendizados
3.6. Efeitos colaterais/lições aprendidas
3.7. Sobre a autora
        3.7.1. Meu papel na aplicação do case
4. Como a reestruturação do programa de centralidade do cliente transformou dados em decisões estratégicas no varejo (Bruno Eduardo Rodrigues Hippler)
4.1. Cenário inicial
4.2. A busca pelas métricas mais adequadas ao contexto da Portobello Shop
        4.2.1. O peso do NPS
                4.2.1.1. Método de cálculo do NPS
        4.2.2. Satisfação dos clientes através de CSAT
                4.2.2.1. Método de cálculo do CSAT
        4.2.3. Como se deu o processo de implementação dessas métricas
                4.2.3.1. Definindo a rota estratégica
                4.2.3.2. Implementação do NPS
                4.2.3.3. CSAT e a análise detalhada
        4.2.4. Programa Cliente no Centro ganha vida
        4.2.5. Resultados concretos e o impacto medido
                4.2.5.1. Um indicador de experiência excepcional
                4.2.5.2. CSAT: detalhes que fazem a diferença
                4.2.5.3. CSAT: transformando desafios em oportunidades
4.3. Cultura da melhoria contínua
        4.3.1. Inovação permanente alinhada aos OKRs
        4.3.2. Antecipação das necessidades do cliente: uma mentalidade proativa
4.4. Resultados alcançados
4.5. Aprendizados
4.6. Sobre o autor
        4.6.1. Meu papel na aplicação do case
5. Da intuição à evidência: transição para uma abordagem data driven e seus impactos (Sara Monteiro)
5.1. Quando tudo começou
5.2. Introdução da análise métrica: acompanhamento, segmento e equipe
5.3. Uma breve introdução ao data driven
        5.3.1. O que é ser data driven?
        5.3.2. Etapas para se tornar data driven
5.4. Cenário inicial
        5.4.1. Metodologia adotada para a Análise de Causa Raiz (RCA)
5.5. Adaptando as melhores métricas ao nosso contexto
5.6. Adoção e implementação das métricas: processos e desafios
5.7. Análise detalhada dos resultados das métricas adotadas
5.8. Sobre a autora
6. Métricas do conhecimento aplicadas em service desks (Maria Fernanda Travassos de Novaes)
6.1. Introdução
6.2. Indicadores e métricas para o capital intelectual e a gestão do conhecimento
6.3. A pesquisa e os seus resultados
6.4. Conclusões
6.5. Sobre a autora
        6.5.1. Meu papel na aplicação do case
7. Indicadores de agilidade como ferramenta de eficiência na gestão de produtos digitais (Jean Marcel Egles)
7.1. Cenário e contexto inicial
7.2. Foco no foco!
7.3. Diferença entre teoria e prática
        7.3.1. Acordos e guardrails claros
        7.3.2. Ajustes de rota: aderência ao fluxo
        7.3.3. Backlog saudável
        7.3.4. Ser rápido é necessário: velocidade adequada
        7.3.5. Eficiência no nosso processo
        7.3.6. Discrepância em nossa velocidade
7.4. Fechamento
        7.4.1. Percepção de resultados e impactos no negócio
7.5. Considerações finais
7.6. Sobre o autor
        7.6.1. Meu papel na aplicação do case
8. A jornada ágil: transformando o fluxo e reduzindo o tempo de ciclo (Bárbara Luisa Pinheiro)
8.1. Cenário inicial
8.2. Identificando gargalos e desperdícios
        8.2.1. Histórias de usuário com bloqueio/impedimento no board do Jira
        8.2.2. Histórias de usuário iniciadas ao mesmo tempo pelo mesmo profissional
        8.2.3. Priorização das histórias de usuário
        8.2.4. Colunas do board do Jira com mais atividades que profissionais para executar
        8.2.5. Fluxo de trabalho do board Jira
        8.2.6. Tipos de itens utilizados no board Jira
        8.2.7. Histórias de usuários que acabavam gerando duplo sentido ou má interpretação ou histórias extremamente gigantes
        8.2.8. Análise do cycle time e do lead time das histórias de usuários
8.3. Avançando para uma cultura ágil: melhorando resultados e o ambiente de trabalho
8.4. Implementando mudanças, capacitações e clareza de propósito
        8.4.1. Mudança de framework
        8.4.2. Implementação do Kanban
        8.4.3. Priorização das histórias de usuário
        8.4.4. Ajuste do fluxo de trabalho/workflow do Jira, padronização dos itens do Jira e inserção de WIP
                8.4.4.1. Fluxo de Designer/UX
                8.4.4.2. Fluxo de desenvolvimento
                8.4.4.3. Fluxo para subtarefa
        8.4.5. Higienização do Jira
        8.4.6. Criação e utilização de épicos e quebra de histórias de usuário
        8.4.7. Padronização na escrita de histórias de usuário e bug/erro e definição de DoR e DoD
        8.4.8. Chega de histórias de usuários com bloqueio/impedimento
8.5. Do ciclo de 45 dias à eficácia de 14 dias
8.6. Sobre a autora
9. Confiabilidade dos dados para geração de métricas (Cíntia Guberovic)
9.1. Cenário inicial
9.2. A busca pela métrica mais adequada ao nosso contexto
        9.2.1. Ausência de métricas de eficiência e previsibilidade, bem como falta de conexão com a visão de portfólio e OKRs
        9.2.2. Dores reportadas pelos próprios times que impactavam o dia a dia e a capacidade de melhoria contínua com base em dados
        9.2.3. Limitações das ferramentas utilizadas, evidenciando oportunidade para orquestração e ações em escala
        9.2.4. Problemas de desperdícios, visibilidade e eficácia
9.3. Como se deu o processo de implantação e acompanhamento
        9.3.1. Operacionalizando nossa estratégia
                9.3.1.1. Governança transversal dos tipos de item para habilitar a escala do nosso modelo de trabalho
                9.3.1.2. Adesivos (nativos da ferramenta) para apoiar na visualização das mensagens entre membros da equipe
                9.3.1.3. Criação de domínio de bloqueadores
                9.3.1.4. Fluxo mínimo de trabalho
9.4. Resultados alcançados
        9.4.1. Intangíveis
        9.4.2. Tangíveis e metrificáveis
9.5. Aprendizados
9.6. Inovações
9.7. Efeitos colaterais
9.8. O que vem pela frente – Ecossistema digital
9.9. Sobre a autora
        9.9.1. Meu papel na aplicação do case
10. YSA Framework: cultura de alinhamento estratégico focado em dados na primeira insurtech do Brasil (Ric Neves)
10.1. Cenário inicial
10.2. O grande desafio
        10.2.1. Montando a equipe
        10.2.2. O começo da jornada
10.3. Ato 1: desafios iniciais
        10.3.1. Identificação dos problemas
        10.3.2. Compreensão profunda
        10.3.3. Estratégia para o caminho à frente
        10.3.4. Ação estratégica
        10.3.5. Enfrentando os desafios
10.4. Ato 2: estratégia de intervenção
        10.4.1. Primeiros passos e reestruturação
        10.4.2. Olhar sistêmico e foco em resolver as causas-raízes
        10.4.3. Conclusão: conquistas e melhorias
10.5. Ato 3: a criação do YACE
        10.5.1. Missão e visão do YACE
        10.5.2. Estratégias e implementações
        10.5.3. Cultura e colaboração
        10.5.4. Respondendo às mudanças do mercado
        10.5.5. Conclusão
10.6. Ato 4: rumo à agilidade organizacional
10.7. Ato final: agradecimento
10.8. Sobre o autor
        10.8.1. Meu papel na aplicação do case
11. Métricas de produtividade – o lado A e o lado B da história (Daniela Toledo Santana)
11.1. O porquê
11.2. Identificando o que de fato fazia sentido para a empresa
        11.2.1. Avaliação do contexto
11.3. O dilema da decisão das melhores métricas e ferramentas
        11.3.1. Análise das métricas disponíveis
11.4. Mãos à obra! Vamos construir!
11.5. A divulgação para engajamento
11.6. Como foi a adoção
11.7. O que conseguimos de resultados
11.8. O que esperamos para o futuro
11.9. Lições aprendidas
11.10. Sobre a autora
        11.10.1. Meu papel na aplicação do case
12. Métricas de aderência à cultura e às práticas ágeis (Daniela Toledo Santana)
12.1. Contexto e percepção inicial
12.2. Decisão de métricas e ferramentas
        12.2.1. Exploração e seleção preliminar
        12.2.2. Processo de decisão e implementação
12.3. Construção do modelo de avaliação
        12.3.1. Implementação e treinamento
12.4. Estratégia de comunicação
12.5. Implementação piloto e expansão gradual
12.6. O que conseguimos de resultados
        12.6.1. Melhoria na consistência das práticas ágeis
        12.6.2. Aumento na satisfação do cliente
        12.6.3. Eficiência operacional e inovação
        12.6.4. Identificação e resolução rápida de problemas
        12.6.5. Fortalecimento da cultura de transparência e colaboração
12.7. Próximo passo: criação de um assessment escalado para líderes
        12.7.1. Desenvolvimento do modelo de assessment
        12.7.2. Impacto esperado
12.8. Lições aprendidas e desafios encontrados
12.9. Sobre a autora
        12.9.1. Meu papel na aplicação do case
13. Além do mapa: A contribuição do Watson X Assistant na exploração de San Antonio (Maycon Cypriano Batestin)
13.1. Cenário inicial
13.2. A busca pelas métricas mais adequadas
        13.2.1. Início do processo e adoção das métricas
        13.2.2. Dificuldades e barreiras na adoção
        13.2.3. Resistência e lições aprendidas
13.3. Resultados
13.4. Consideração final
13.5. Sobre o autor
        13.5.1. Meu papel na aplicação no case
Referências
Agradecimentos
Sobre os organizadores

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Etiquetas: Livro Jornada Métricas, uma abordagem prática, Jornada Métricas, Abordagem, Prática, Jornada, Métricas, Jornada Colaborativa, Colaborativa, 9786560960251, livro 9786560960251, Andreia Rodrigues Azevedo, Antonio Muniz, Bárbara Luisa Pinheiro, Bruno Eduardo Rodrigues Hippler, Cíntia Guberovic, Daniela Toledo Santana, Fábio Botrel Castro, Jean Marcel Egles, Luiz Alvaro Wienc, Luiz Fernando Bié, Maria Fernanda Travassos de Novaes, Maria Goreti Macena, Maycon Cypriano Batestin, Ric Neves, Sara Monteiro, Thalita Fabro