E-book: JORNADA KUBERNETES
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Kubernetes é o padrão dominante para orquestração de contêineres e operação de aplicações em escala. Este livro apresenta, de forma direta, os caminhos para planejar, implantar, automatizar, monitorar, otimizar custos e proteger clusters em ambientes corporativos.
- Fundamentos, arquitetura, versões, multicloud, multicluster e produtividade com kubectl
- Rede, armazenamento, HPA, Gateway API, Service Mesh e eBPF na prática
- GitOps, CI/CD e engenharia de plataforma com padronização via YAML, Kustomize e Helm
- Observabilidade, AIOps e FinOps para controle técnico e financeiro
- Segurança, RBAC, políticas de acesso, escaneamento, auditoria e hardening de clusters
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Entre nessa jornada para transformar mais vidas com a inteligência coletiva e o apoio de empresas amigas...
| Formato | E-book |
| Idioma | Português |
| ISBN | 9786560961173 |
| Lançamento | 07 de Abril de 2026 |
| Páginas | 438 |
| Ano | 2026 |
| Sumário | PARTE I. INTRODUÇÃO AO KUBERNETES Capítulo 1. A evolução da abstração na computação até os contêineres de terceiros (Erik Filippini) Capítulo 2. De onde vem o Kubernetes? (Rafael Brito) Capítulo 3. Qual é a relação entre Docker e Kubernetes? (Rafael Brito) Capítulo 4. Quais são os principais componentes do Kubernetes e suas funções? (André Revoredo) 4.1. Um cluster Kubernetes 4.2. Control Plane 4.3. Worker Nodes Capítulo 5.Quais são as versões de Kubernetes e seus usos? (Anderson Paiva) 5.1. O que é Kubernetes on-premises? 5.1.1. Quais são as vantagens de ter o Kubernetes on-premises? 5.1.2. Quais são as desvantagens de ter o Kubernetes on-premises? 5.2. O que é Kubernetes on cloud? 5.2.1. Quais são as vantagens de ter o Kubernetes on cloud? 5.2.2. Quais são as desvantagens de ter o Kubernetes on cloud? Capítulo 6. Quais são as opções de arquitetura do Kubernetes? (Felipe Santos) 6.1. Kubernetes autogerenciado (kubeadm, Kubespray, RKE) 6.2. K3s: Kubernetes leve para edge e IoT 6.3. Distribuições corporativas (OpenShift, Rancher, Tanzu) 6.3.1. RedHat OpenShift 6.3.2. SUSE Rancher 6.3.3. VMware Tanzu 6.3.4. Resumo das distribuições corporativas 6.4. Conclusão Capítulo 7. Criando seu primeiro cluster local (Rodrigo Turatti) 7.1. kubectl 7.2. Cluster local com kind 7.3. Cluster local com minikube 7.3.1. Instalação Capítulo 8. Alta disponibilidade com Kubernetes (Camila Alves) Capítulo 9. Multicluster ou cluster multitenant? (Rafael Brito) 9.1. Multicluster 9.1.1. Vantagens 9.1.2. Pontos negativos 9.1.3. Casos de uso para multicluster 9.2. Cluster multitenant 9.2.1. Vantagens 9.2.2. Desvantagens 9.2.3. Casos de uso para multitenant 9.3. Estratégias de gerenciamento de recursos em ambientes multitenant Capítulo 10. Entendendo kubectl (Cassius Clay) 10.1. Como o kubectl foi pensado 10.2. Processo evolutivo do kubectl 10.2.1. Estrutura básica de comandos do kubectl 10.2.2. Trabalhando com namespaces, contextos e clusters múltiplos 10.2.3. Exemplos práticos de comandos mais utilizados 10.3. Dicas para debug de clusters usando o kubectl Capítulo 11. Configurações e contextos no kubectl (Milton Lima) 11.1. Anatomia do arquivo kubeconfig 11.2. Múltiplos contextos 11.3. Namespaces 11.3.1. Por que usar namespaces? Capítulo 12. Alias e ferramentas para produtividade (Milton Lima) 12.1. Produtividade no Kubernetes 12.1.1. kubectl completion 12.1.2. Considere o uso de Kubectx e Kubens 12.1.3. Oh My Zsh 12.1.4. fzf 12.1.5. Krew 12.1.6. Amazon Q 12.1.7. Cheat.sh Capítulo 13. Soluções para gerenciamento do Kubernetes em multicloud e multicluster (Erik Filippini) 13.1. OpenShift (RedHat) 13.2. Rancher (SUSE) 13.3. Lens (Mirantis) 13.4. Platform9 Capítulo 14. Introdução à resolução de problemas em Kubernetes (André Revoredo) 14.1. Os desafios da resolução de problemas 14.2. Ferramentas essenciais para resolver problemas em Kubernetes 14.2.1. kubectl 14.3. Ferramentas de observabilidade 14.4. Estratégia de resolução de problemas 14.5. Conclusão Capítulo 15. Pods, Services, Ingress (Cassius Clay) 15.1. Introdução a conceitos 15.2. Pods 15.2.1. Quando usar Pods? 15.2.2. Estrutura do Pod em YAML 15.3. Services 15.3.1. Configuração de services 15.3.2. Balanceamento de carga em serviços 15.4. Ingress 15.4.1. Gerenciando o tráfego externo 154.2. Configurando um Ingress Controller 15.4.3. TLS e segurança 15.5. Cases práticos para diferentes tipos de services Capítulo 16. StatefulSets, DaemonsSets e Deployments (André Revoredo) 16.1. Deployments 16.2. StatefulSets 16.3. DaemonSets Capítulo 17. HPA (Rafael Oliveira) Capítulo 18. Gateway API (Felipe Santos) 18.1. Ingress vs. Gateway API: comparação de modelos 18.2. Exemplo prático: Ingress vs. Gateway API em YAML 18.3. Estado atual do Gateway API (abril de 2025) 18.4. Adoção por fornecedores e comunidade 18.5. Perspectiva prática (SRE): vantagens, atenção e recomendações Capítulo 19. Storage (Reinaldo Pinto) 19.1. Introdução 19.2. Container Storage Interface (CSI) 19.2.1. O que é o CSI? 19.3. Tipos de persistência de dados no Kubernetes 19.3.1. Persistent Volumes (PVs) 19.3.2. Persistent Volume Claims (PVCs) 19.4. Tipos de armazenamento suportados no Kubernetes 19.5. Snapshots de volumes 19.5.1. Backup de volumes 19.6. Replicação 19.7. Classe de armazenamento (StorageClass) 19.7.1. Importante: política de recuperação (reclaimPolicy) 19.7.2. Lista de exemplos de StorageClass por provedores de cloud 19.7.3. Principais campos no arquivo de configuração 19.7.4. Criação da StorageClass 19.7.5. Criação do PersistentVolumeClaim 19.7.6. Associação entre PVC e PV 19.8. Uso do PVC no Pod 19.9. Principais cenários de uso 19.10. Recomendações Capítulo 20. A estrutura de rede no Kubernetes (Julio Velloso) 20.1. Básico da rede no Kubernetes 20.2. Pods 20.3. Serviços 20.4. Ingress Controller 20.5. Tráfego de saída 20.6. Tecnologias de otimização de rede 20.6.1. Software-Defined Network (SDN) 20.6.2. Jumbo frame 20.6.3. TCP offload 20.6.4. Data Plane Development Kit (DPDK) 20.6.5. Single Root I/O Virtualization (SR-IOV) 20.7. Configuração de DNS 20.8. Políticas de rede 20.9. Tráfego de controle do Kubernetes 20.10. Load balancers externos 20.11. Conclusão Capítulo 21. Container Network Interface (CNI) (Julio Velloso) 21.1. O que é CNI? 21.2. Plugins básicos 21.3. Outros plugins 21.4. Conclusão Capítulo 22. Service mesh e sua integração com Kubernetes (Julio Velloso) 22.1. Uma visão do service mesh 22.2. Conexões do Kubernetes sem service mesh 22.2.1. Conexões de entrada 22.2.2. Conexões de saída 22.2.3. Conexões locais 22.3. Vantagens de usar service mesh no Kubernetes 22.3.1. Gerenciamento centralizado de conexões: adeus, ponto único de falha! 22.3.2. Gerenciamento de comunicações complexas: sem nó na cabeça! 22.3.3. Balanceamento de carga avançado: tráfego inteligente! 22.3.4. Gerenciamento de resiliência: conexões à prova de bala! 22.3.5. Criptografia de conexões: segurança nível ninja! 22.3.6. Controle de acesso e segurança: porteiro virtual! 22.3.7. Monitoramento e observabilidade: raio-x do sistema! 22.3.8. Integração com ferramentas de rede: amigo da segurança! 22.3.9. Facilidade de implementação e escalabilidade: sem dor de cabeça! 22.3.10. Desacoplamento da lógica de negócio: código clean! 22.4. Service mesh na prática: Linkerd, Consul Connect e Istio no seu dia a dia 22.4.1. Linkerd: o queridinho do Kubernetes 22.4.2. Consul Connect: para quem precisa de flexibilidade 22.5. Istio 22.6. Qual escolher? 22.7. Conclusão Capítulo 23. eBPF e sua relevância no ecossistema Kubernetes (Caio Dallaqua) 23.1. Espaços do kernel e do usuário 23.2. O que é eBPF? 23.3. O impacto de eBPF no ecossistema cloud native 23.4. Mãos na massa: exemplo com Cilium 23.5. O futuro cloud native com eBPF PARTE II. GITOPS E ENGENHARIA DE PLATAFORMA Capítulo 24. O que é GitOps? (Marcos Alano) 24.1. Origem 24.2. O que é GitOps 24.3. Princípios fundamentais do GitOps 2.4.4. Vantagens do GitOps Capítulo 25. Comparação entre GitOps e práticas tradicionais de DevOps (Felipe Santos) 25.1. Filosofia e princípios 25.2. Fluxo de trabalho – DevOps tradicional vs. GitOps 25.3. Controle de configuração e infraestrutura como código 25.4. Benefícios de cada abordagem 25.5. Desafios e considerações 25.6. Comparando diretamente alguns aspectos 25.6.1. Escalabilidade 25.6.2. Segurança 25.6.3. Rastreabilidade 25.6.4. Tempo de entrega 25.7. Conclusão Capítulo 26. YAML, Kustomize e Helm: as ferramentas de configuração para Kubernetes (Kessi Diones) 26.1. Padronização, Kustomize e Helm 26.2. O papel do YAML no Kubernetes 26.3. Personalizando recursos com Kustomize para GitOps 26.4. Gerenciamento de pacotes com Helm para GitOps Capítulo 27. Automação com pipelines CI/CD (Cassius Clay) 27.1. Estruturando repositórios GitOps 27.2. Pipeline GitOps: ArgoCD e GitLab CI 27.3. Monitoramento e alertas 27.3.1. Configuração de alertas 27.4. Boas práticas Capítulo 28. Manutenção e segurança dos repositórios Git (Flavio Meira) 28.1. Por que é importante cuidar da segurança em repositórios 28.2. Governança e controle de acessos 28.3. Relação entre repositórios de aplicações e repositórios GitOps 28.4. Ferramentas de validação de segurança Capítulo 29. Dicas para organização de repositórios e arquivos YAML (Cassius Clay) 29.1. Estruturando diretórios para projetos em ambientes Kubernetes 29.1.1. Uma abordagem simplificada 29.1.2. Exemplo de estrutura 29.1.3. Boas práticas 29.2. Nomeação e uso de variáveis em YAML 29.2.1. Convenções para nomeação de arquivos 29.2.2. Uso de variáveis 29.3. Boas práticas para modulação e versionamento de arquivos 29.4. Kustomize e Helm 29.5. Organizando repositórios com múltiplos ambientes 29.6. Dicas adicionais Capítulo 30. A evolução da engenharia de plataforma (Eduardo Munari) 30.1. Contexto histórico e motivadores 30.2. A construção de plataformas do desenvolvedor 30.3. Desafios na implementação de plataformas do desenvolvedor com CI/CD, GitOps e IaC 30.3.1. Inconsistência na infraestrutura 30.3.2. Escalabilidade 30.3.3. Carga cognitiva 30.3.4. Compliance com segurança e arquitetura 30.3.5. Reaproveitamento de código 30.4. Internal Developer Platform: reduzindo a carga cognitiva e aumentando a produtividade dos times de desenvolvimento 30.4.1. Introdução 30.4.2. Componentes mínimos e visão geral 30.4.3. Proposta de arquitetura de IDP 30.5. Conclusão PARTE III. OBSERVABILIDADE E FINOPS EM AMBIENTES KUBERNETES Capítulo 31. Grafana, Prometheus e Loki – Monitoramento unificado (Juliano Martinez) Capítulo 32. Métricas essenciais para Kubernetes (Kessi Diones) 32.1. Conceito de métricas 32.2. Métricas no Kubernetes Capítulo 33. Alertas eficazes em Kubernetes (Cassius Clay) 33.1. Configuração de alertas com Alertmanager 33.1.1. Configuração básica 33.2. Principais métricas para monitorar 33.3. Monitoramento de Pods, Services e Ingress 33.3.1. Pods 33.3.2. Services 33.3.3. Ingress 33.4. Integração de alertas com canais de comunicação 33.4.1. Exemplo de configuração com Slack 33.4.2. E-mail 33.4.3. Outras possíveis integrações 33.5. Ferramentas adicionais para monitoramento avançado 33.5.1. Combinação de logs e métricas Capítulo 34. AIOps em Kubernetes: inteligência artificial para operações em ambientes dinâmicos (Camila Alves) Capítulo 35. Introdução ao FinOps em ambientes Kubernetes (Richard Marques) 35.1. Informar 35.1.1. Custos diretos 35.1.2. Custos compartilhados 35.1.3. Custos indiretos 35.1.4. Custos de recursos sem uso (idle) 35.2. Otimizar 35.3. Operar 35.4. Indicadores (OKRs) 35.5. Resumo e conclusões finais Capítulo 36. Indicadores de observabilidade para a governança e o controle (Richard Marques) 36.1. Segurança 36.1.1. Pods rodando como root 35.1.2. Acessos não autorizados à API do Kubernetes 36.1.3. Vulnerabilidades das imagens usadas nos contêineres 36.2. Capacidade 36.2.1. CPU e memória 36.2.2. Disco (Storage) 36.3. Qualidade 36.3.1. Latência 36.3.2. Reinício dos Pods 36.3.3. Eficiência na escalada horizontal 36.4. Conclusão e outras recomendações gerais Capítulo 37. Ferramenta open source para FinOps: OpenCost (Vinicius Ribeiro) Capítulo 38. Boas práticas para redução de custos em Kubernetes (Milton Lima) 38.1. Conheça seu ambiente 38.2. Armazenamento 38.3. Dimensionamento adequado (vertical e horizontal) 38.4. Revise os modelos das instâncias e reserve a capacidade com planos de desconto 38.5. Ferramentas que nos auxiliam para otimizarmos custo 38.6. Como a observabilidade apoia o controle de custos 38.7. Casos de uso: acompanhando performance e custos em tempo real 38.7.1. Instalação do Metrics server 38.7.2. Instalação do Prometheus e Grafana 38.7.3. Instalação do Prometheus Stack 38.7.4. Acesse o dashboard 38.7.5. Importe o dashboard Kubernetes para o Grafana PARTE IV. SEGURANÇA EM AMBIENTES KUBERNETES Capítulo 39. Práticas de segurança recomendadas para Kubernetes (Luciano Ferreira) 39.1. Configurações inadequadas 39.2. Vulnerabilidades em contêineres 39.3. Falhas na segurança da rede 39.4. Gerenciamento de Secrets 39.5. Ataques ao Control Plane 39.6. Monitoramento e auditoria 39.7. Controle de acesso e autenticação Capítulo 40. Configuração de RBAC (Role-Based Access Control) no Kubernetes (Gustavo Carvalho) 40.1. Por que o RBAC é importante 40.2. Como o RBAC funciona 40.3. Overview da estratégia de Role/ClusterRole, RoleBinding e ClusterRoleBinding 40.3.1. Roles padrões do Kubernetes 40.4. RBAC em cenário de GitOps 40.5. Manutenção em RBAC – ferramentas úteis para facilitar o dia a dia Capítulo 41. Autenticação com certificados e tokens (Mario Valente) 41.1. Conclusão Capítulo 42. Introdução a NetworkPolicies e como configurá-las (Kessi Diones) 42.1. Políticas de rede (NetworkPolicies) 42.2. Componentes de uma política de rede 42.3. Limitações das políticas de redes do Kubernetes 42.4. Criando políticas de redes com Calico 42.5. Criando políticas de redes com Cilium 42.6. Últimas considerações Capítulo 43. Criando e aplicando PodSecurityPolicies e Pod Security Admission (Marcelo Capilé) 43.1. PSP – PodSecurityPolicy 43.1.1. O que é PodSecurityPolicy? 43.1.2. É necessário o uso de PodSecurityPolicy? 43.1.3. Exemplo de configuração 43.2. Controle de segurança de Pods no Kubernetes – PSA 43.2.1. O que é PSA? 43.2.2. Por que utilizar o PSA? 43.2.3. Perfis de segurança do PSA 43.2.4. Modos do PSA 43.2.5. Configuração de múltiplos modos e perfis 43.2.6. Exemplo de configuração de rótulos 43.2.7. Benefícios da configuração por modos 43.2.8. Teste prático 43.2.9. Configuração do namespace e adição de rótulos de segurança 43.3. Conclusão Capítulo 44. Escaneamento de vulnerabilidades com Trivy (Mario Valente) 44.1. Primeiros comandos com Trivy 44.2. Usando Trivy no pipeline 44.3. Conclusão Capítulo 45. Monitoramento de atividades suspeitas com Falco (Edson Ferreira/Igor Eulálio) 45.1. Coleta de dados: syscalls 45.2. Coleta de dados: plugins 45.3. Rules 45.4. Instalação e configuração do Falco 45.5. Outputs 45.6. Falco Sidekick 45.6.1. Instalação do Falco Sidekick 45.7. Falco Talon 45.7.1. Instalação do Falco Talon Capítulo 46. Avaliação de conformidade de clusters Kubernetes (João Brito) Capítulo 47. Práticas para gerenciamento de Secrets e dados sensíveis (Gustavo Carvalho) 47.1. Introdução 47.2. O que é um Kubernetes Secret 47.3. Por que algumas organizações não usam Kubernetes Secret 47.4. Configurando etcd para uso seguro de Secrets 47.5. Configuração de criptografia on-premises 47.6. Utilizando Kubernetes Secret na aplicação 47.7. RBAC necessária para usar um Secret 47.8. Secrets em ambiente de GitOps 47.9. Sincronização de Secrets entre clusters 47.10. Conclusão Capítulo 48. Hardening de cluster: dicas avançadas para proteção (Rodrigo Turatti) 48.1. Pré-deploy 48.2. Pós-deploy 48.2.1. Segurança do Pod 48.2.2. Separação de redes e hardening 48.2.3. Autenticação e autorização 48.2.4. Audit logging e detecção de ameaças 48.2.5. Atualizando PARTE V. CASES Capítulo 49. Cases de Kubernetes na vida real brasileira diretamente do Kubicast (João Brito) Capítulo 50. Os quatro sinais dourados SER no ambiente Kubernetes (Julio Velloso) Referências Sobre a Brasport |
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